António Barros :: Com Pés de Vegécio, 3 a 5 de Set. de 2015 | Boa Vista, Roraima – Brasil

António Barros, “Com Pés de Vegécio”, de 3 a 5 de Setembro de 2015, Boa Vista, Roraima – Brasil

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António Barros :: COISAS REAIS, 6 de Dez. de 2014 a 11 de Jan. de 2015 | CAAA, Guimarães

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António Barros :: Medo Vaso Infinito, 2014

BN_A Bandeira Nacional [Estudo de requalificação], António Barros :: 2014.

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Portugal no seu melhor, António Barros :: 1ªBienal Jorge Lima Barreto, 4 de Julho 2014

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Lástima, António Barros :: 2014

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Apresentação do Livro “John Cage, Música Fluxus e Outros Gestos da Música Aleatória em Jorge Lima Barreto”, António Barros :: 18h, 20 Dezembro, 2013

DIÁRIO DE NOTÍCIAS Terça-feira, 1 de Janeiro de 2013: Madeirense António Barros expõe [Progestos _Obgestos]

A  MOSTRA, EM COIMBRA, LANÇOU UM OLHAR SOBRE 40 ANOS DE CARREIRA DESTE ARTISTA:

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“O artista plástico madeirense Antó­nio Barros, que ainda recentemen­te realizou, em parceria com Antó­nio Dantas, uma exposição na Gale­ria dos Prazeres, tem patente na Casa da Escrita, em Coimbra, cida­de onde reside há longos anos, uma mostra denominada Progestos_Obgestos.

Trata-se de uma co­lectânea que se inscreve num per­curso de obra de 40 anos, e que po­derá ser vista até 4 de Janeiro no lo­cal referido.

A obra que apresenta agora em Progestos_Obgestos foi apresenta­da por João Fernandes, sub-direc­tor do Museu Rainha Sofia, em Ma­drid e ex-director do Museu de Serralves, e por Sónia Pina, investi­gadora do Centro de Estudos de Comunicação e Linguagem da Uni­versidade Nova de Lisboa. A mos­tra também registou as visitas do reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, e do presidente da Câmara Municipal, João Paulo Barbosa de Melo. A exposição reú­ne nada menos do que meia cente­na de peças criadas por este madei­rense natural do Funchal, inscritas em colecções diversas como as da Fundação de Serralves, a do Museo Vostell Mapartida e a colecção de Ernesto de Melo e Castro, figura marcante do movimento da poesia visual em Portugal.

Na mostra pode ser vista TrAdi­ção, Traição, uma obra apresenta­da este ano no MUSAC – Museo de Arte Contemporanea de Castilla y León, bem como ‘Escravos’, traba­lho premiado no concurso ‘10 anos do 25 de Abril’, por um júri que in­tegrou Sophia de Mello Breyner Andresen, David Mourão Ferreira, Urbano Tavares Rodrigues, José Carlos de Vasconcelos, Maria Ve­lho da Costa e Manuel Alegre.

Nesta inédita residência de Bar­ros na Casa das Escrita, conforme a informação a que tivemos acesso, “merece uma leitura performativa particular a obra aL(a)ma), uma série evocativa da tragédia do 20 de Fevereiro no arquipélago da Ma­deira em 2010, onde bem se expres­sa a identidade situacionista do autor referenciada a partir de Guy Debord”.

António Barros estudou medicina na Universidade de Coimbra e Artes Visuais na Faculdade de Be­las Artes da Universidade de Barce­lona. É director criativo da Divisão de Identidade, Imagem e Comuni­cação da Universidade de Coimbra e director de imagem da Imprensa da Universidade de Coimbra. Lec­cionou no Instituto Técnico, Artís­tico e Profissional de Coimbra, na Faculdade de Letras da Universida­de do Porto e na Universidade de Coimbra.

Privou com artistas como Antó­nio Aragão e António Areal, resi­dindo em Coimbra desde 1973, até hoje. Nessa cidade, integrou a co­munidade artística ‘Círculo’ [Cír­culo de Artes Plásticas de Coimbra, CAPC], trabalhando com Ernesto de Sousa e Alberto Carneiro. De sensibilidade fluxista, tem vindo a trabalhar com Wolf Vostell em Le­verkusen, na Alemanha, no Vostell Fluxus Zug- Kunst Akademie Das Mobile Museum, tendo antes cola­borado com Robert Filliou e Serge III Oldenbourg, elementos do mo­vimento FLUXUS.

Está em fase final um livro sobre a sua obra: intitulado Uma Luva na Língua, colaboram nele cerca de 20 autores, como José Tolentino Mendonça, João Fernandes, Ernes­to de Melo e Castro, Isabel Santa Clara, Giancarlo Cavallo, João Sou­sa Cardoso, António Preto, Ana Luísa Barão, Telmo Verdelho, An­tónio Pedro Pita, Manuel Portela e Rui Torres, entre outros”.

Luís Rocha

 

17ª Bienal de Cerveira, Ex_Patriar, António Barros :: 2013

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“EX_Patriar”, 1999-2012

Casaco negro de fato, vestido por camisola com texto estampado a branco.

Suporte negro em madeira lacada. 70x50x10cm

Peça fundamental na obra de António Barros, “EX_Patriar”, formula uma narrativa identitária e distintiva da Poesia Experimental Portuguesa, PO.EX [Museu Serralves, Porto, 1999; Galeria Nacional de Arte Moderna, Lisboa, 1980].

De relevante sentido sociológico, é agora obra simbólica do Portugal de hoje. Lugar de braços caídos num tempo que, de novo, veste o fato de trabalho para a convocada emigração. Um forçoso abandono da Pátria – Ex_Patriar. É esta obra, já, um ícone dos nossos tempos.

António Barros diz Jorge Lima Barreto em Coimbra a 15 Março 2013

Amigos da Casa da Escrita. Amigos de Jorge Lima Barreto.

Procurando no Google o nome de Jorge Lima Barreto facilmente encontra-o na Revista Triplov, publicação electrónica dirigida pela escritora e ensaísta Maria Estela Guedes, revista que dedica uma homenagem, após a morte do musicólogo, num dossiê com coordenação de António Barros a partir da cidade de Coimbra:  http://www.triplov.com/cyber_art/jorge-lima-barreto/

Na verdade, a dominante da difusão da obra de Jorge Lima Barreto surge em Coimbra resultado muito do empenho meu e das estruturas que ao longo dos anos me foram próximas e por mim sinergisadas.

Vale recordar a “Semana de Arte da(na) Rua”, iniciativa do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (aquando a minha presença nos corpos diretivos desta comunidade artística nos anos setenta a noventa) com apresentação de Lima Barreto no Teatro Académico de Gil Vicente.

Singular foi ainda o contributo deste artista, e excelente comunicador, na iniciativa “Projectos & Progestos” que dirigi para o Teatro Estúdio CITAC na Universidade de Coimbra.

Três revistas de Coimbra abordam a sua obra por deligência minha: a revista Música em Si (com vários estudos e um artigo de Lima Barreto); a revista Via Latina (durante os tempos que a reativei e formulei novas dinâmicas) e mais recentemente no n.33 da Rua Larga, revista da Reitoria da Universidade de Coimbra (com um artigo que assinei evocando a sua obra), ou mesmo na Newsletter da Universidade de Coimbra ou na revista Atlântida nos Açores num estudo meu a partir de Coimbra.

Uma leitura a estas publicações permite uma consciência das dinâmcas desenvolvidas, ficando em posse de um testemunho particular sobre a presença de Jorge Lima Barreto na cidade de Coimbra num tempo anterior à presente leitura da sua obra na Casa da Escrita, “Nas Escritas PO.EX”, a surgir a partir de 15 de março. Uma visita à revista Triplov (no endereço acima referido) permite uma visitação confortável.

Espero ter dado mais este contributo para uma difusão continuada da obra de Jorge Lima Barreto, obra que sempre me mereceu particular interesse. Autor com quem tive oportunidade de privar e fui amigo.

Com toda a estima. E boas leituras ao som de Telectu.

António Barros

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