Entrevista a António Barros, RTP_M “Madeira à Vista”, adiada| 8 SET 2016

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Entrevista a António Barros, RTP_M “Madeira à Vista”| 2 SET 2016

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António Barros :: Com Pés de Vegécio, 3 a 5 de Set. de 2015 | Boa Vista, Roraima – Brasil

António Barros, “Com Pés de Vegécio”, de 3 a 5 de Setembro de 2015, Boa Vista, Roraima – Brasil

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António Barros :: COISAS REAIS, 6 de Dez. de 2014 a 11 de Jan. de 2015 | CAAA, Guimarães

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António Barros :: Medo Vaso Infinito, 2014

BN_A Bandeira Nacional [Estudo de requalificação], António Barros :: 2014.

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Portugal no seu melhor, António Barros :: 1ªBienal Jorge Lima Barreto, 4 de Julho 2014

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Lástima, António Barros :: 2014

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Apresentação do Livro “John Cage, Música Fluxus e Outros Gestos da Música Aleatória em Jorge Lima Barreto”, António Barros :: 18h, 20 Dezembro, 2013

DIÁRIO DE NOTÍCIAS Terça-feira, 1 de Janeiro de 2013: Madeirense António Barros expõe [Progestos _Obgestos]

A  MOSTRA, EM COIMBRA, LANÇOU UM OLHAR SOBRE 40 ANOS DE CARREIRA DESTE ARTISTA:

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“O artista plástico madeirense Antó­nio Barros, que ainda recentemen­te realizou, em parceria com Antó­nio Dantas, uma exposição na Gale­ria dos Prazeres, tem patente na Casa da Escrita, em Coimbra, cida­de onde reside há longos anos, uma mostra denominada Progestos_Obgestos.

Trata-se de uma co­lectânea que se inscreve num per­curso de obra de 40 anos, e que po­derá ser vista até 4 de Janeiro no lo­cal referido.

A obra que apresenta agora em Progestos_Obgestos foi apresenta­da por João Fernandes, sub-direc­tor do Museu Rainha Sofia, em Ma­drid e ex-director do Museu de Serralves, e por Sónia Pina, investi­gadora do Centro de Estudos de Comunicação e Linguagem da Uni­versidade Nova de Lisboa. A mos­tra também registou as visitas do reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, e do presidente da Câmara Municipal, João Paulo Barbosa de Melo. A exposição reú­ne nada menos do que meia cente­na de peças criadas por este madei­rense natural do Funchal, inscritas em colecções diversas como as da Fundação de Serralves, a do Museo Vostell Mapartida e a colecção de Ernesto de Melo e Castro, figura marcante do movimento da poesia visual em Portugal.

Na mostra pode ser vista TrAdi­ção, Traição, uma obra apresenta­da este ano no MUSAC – Museo de Arte Contemporanea de Castilla y León, bem como ‘Escravos’, traba­lho premiado no concurso ‘10 anos do 25 de Abril’, por um júri que in­tegrou Sophia de Mello Breyner Andresen, David Mourão Ferreira, Urbano Tavares Rodrigues, José Carlos de Vasconcelos, Maria Ve­lho da Costa e Manuel Alegre.

Nesta inédita residência de Bar­ros na Casa das Escrita, conforme a informação a que tivemos acesso, “merece uma leitura performativa particular a obra aL(a)ma), uma série evocativa da tragédia do 20 de Fevereiro no arquipélago da Ma­deira em 2010, onde bem se expres­sa a identidade situacionista do autor referenciada a partir de Guy Debord”.

António Barros estudou medicina na Universidade de Coimbra e Artes Visuais na Faculdade de Be­las Artes da Universidade de Barce­lona. É director criativo da Divisão de Identidade, Imagem e Comuni­cação da Universidade de Coimbra e director de imagem da Imprensa da Universidade de Coimbra. Lec­cionou no Instituto Técnico, Artís­tico e Profissional de Coimbra, na Faculdade de Letras da Universida­de do Porto e na Universidade de Coimbra.

Privou com artistas como Antó­nio Aragão e António Areal, resi­dindo em Coimbra desde 1973, até hoje. Nessa cidade, integrou a co­munidade artística ‘Círculo’ [Cír­culo de Artes Plásticas de Coimbra, CAPC], trabalhando com Ernesto de Sousa e Alberto Carneiro. De sensibilidade fluxista, tem vindo a trabalhar com Wolf Vostell em Le­verkusen, na Alemanha, no Vostell Fluxus Zug- Kunst Akademie Das Mobile Museum, tendo antes cola­borado com Robert Filliou e Serge III Oldenbourg, elementos do mo­vimento FLUXUS.

Está em fase final um livro sobre a sua obra: intitulado Uma Luva na Língua, colaboram nele cerca de 20 autores, como José Tolentino Mendonça, João Fernandes, Ernes­to de Melo e Castro, Isabel Santa Clara, Giancarlo Cavallo, João Sou­sa Cardoso, António Preto, Ana Luísa Barão, Telmo Verdelho, An­tónio Pedro Pita, Manuel Portela e Rui Torres, entre outros”.

Luís Rocha

 

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